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Samael & Grave
17/06/2012
Hangar 110 - São Paulo
Darci Montanari
Ás 19h05, abrem-se as cortinas do Hangar 110 para a apresentação dos suecos da veterana Grave.

Algumas cidades do Estado de São Paulo representadas com cerca de 200 headbangers e destaque para o público feminino que ajudou a tornar a noite mais bonita para os presentes.

Apesar de aparentarem estar um tanto tímidos a princípio e do som estar ligeiramente embolado, aos poucos, os caras foram se soltando no palco e assim também a platéia reagia à energia impressa pela banda, com seu Death/Thrash oldschool.

Um terço do repertório apresentado pela banda pertence ao primeiro álbum, “Into The Grave”, de 1991, que dividiu espaço com faixas dos ótimos: “You’ll Never See” (1992) e “Soulless” (1994), tendo como exceções, apenas o “auto-cover” da banda, quando ainda se chamava Corpse: “Black Dawn” e a faixa “Bloodpath” do álbum “Dominion VIII” (2008).

Para o Encore, o guitarrista, Mika Lagrén voltou usando uma camisa de futebol do Brasil, para delírio dos “patriotas da bola” presentes.

Quando a galera começou a esquentar, terminou a apresentação da banda às 20h05, com uma hora redonda de palco.

Cerca de 40 minutos de espera precederam a entrada triunfal dos “donos da festa”, os suíços da Samael. Com direito a intro bem elaborada, gelo seco á vontade, iluminação simples, porém bem produzida e em coerência com o estilo musical adotado pela banda, som mais definido e figurino pós-moderno do vocalista/guitarrista Vorph, assim foi a primeira apresentação da Samael em São Paulo, em 25 anos de existência da banda.

O público presente beirava 300 pessoas e o clima da apresentação foi diferente do que ocorrera até ali, pois o Death Metal deu lugar ao Black Metal/Industrial/Eletrônico.

Praticamente a metade da Setlist da Samael foi dedicada ao mais recente trabalho, “Lux Mundi” (2011) e a outra metade dividida entre os álbuns “Ceremony of Opposites’ (1994) e “Passage” (1996), ambos da segunda fase do som da banda. Do primeiro cd, “Worship Him” (1991), tocaram apenas uma faixa: “Into The Pentagram”.

Alguns headbangers oldschool, fãs da fase inicial da banda (quando ainda fazia um Black Metal da segunda onda, nos anos 90), se desapontaram com o repertório da noite (que deixou totalmente de lado o clássico segundo álbum: “Blood Ritual” (1992)) e a produção de palco adotada nessa nova fase, principalmente pela bateria sintetizada em sua maior parte e pelos instrumentos processados (que fizeram com que o baixo do simpático e energético Mas Miseim parecesse estar desligado).

Porém, a maioria estava ali pelo conjunto da obra e curtiu muito, agitando (se é que se pode chamar de agitar) o show todo.

Agradecemos a Seven Stars Management pelo credenciamento e atenção.

GRAVE

LineUp

Ola Lindgren - guitarra e vocal
Ronnie Bergerståhl - bateria
Tobias Christiansson - baixo
Mika Lagrén – Guitarra

Setlist

Turning Black
You’ll Never See
Now & Forever
Deformed
BLoodpath
Bullets Are Mine
Inhuman
Morbid Way To Die
Rise
Black Dawn
Day Of Mourning
Into The Grave
Soulless

SAMAEL

LineUp
Vorphalack (Vorph) - Vocals, Guitar
Xytras/Xytraguptor (Xy) - Live and Programmed Drums, Keyboards, Samples
Masmiseim (Mas) - Bass
Makro (Mak) - Guitar

Setlist

Invictus (Intro)
Luxferre
Rain
Baphomet’s Throne
Of War
Slaveocracy
Reign Of Light
Into The Pentagram
Black Trip
Soul Invictus
Shining Kingdom
In The Deep
The Truth Is Marching On
Infra Galaxia
Ceremony Of Opposites
Antigod
My Savior
 





   
     
   
   
   
   
   
   
   
 
 

















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